eXc: Nous aimons la liberté, l'état de droit, l'héritage des Lumières, la séparation de l'église et de l'état, l'humour. Nous n'aimons pas le fascisme, le communisme, l'antiaméricanisme, l'antisémitisme, le racisme, la bureaucratie, les totalitarismes. Nous estimons que le plus grave danger que courent les démocraties libérales est de céder à l'islamofascisme. Lire plus

Le Figaro says it is sorry for publishing islamophobe article

Posté le Vendredi 29 septembre 2006 par lagrette

Here is a translation of the PAF (Presse Alternative Francaise) article about Pierre Rousselin’s apologies for publishing the Redeker’s column to Al Jazeera.

©Traduction exclusive de Lagrette for eXc

Le Figaro Says it is Sorry for Publishing Islamophobe Article

Saturday, September 23rd, 2006

Mr Pierre Rousselin, Senior Editor for Le Figaro expressed on the Arabic news channel Al Jazeera his regrets concerning the publication of an islamophobe and heinous article signed by Redeker, published in le Figaro on September 19, 2006. Mr. Rousselin declared that the publication of such an article was a mistake, and stated that this text does not express the opinion of the newspaper but that it was published within the framework of an opinion column that only engages its author. He added that sometimes errors occur, and texts are published without preliminary checking.

On September 19, 2006, Le Figaro published an islamophobe article signed Robert Redeker, Professor of Philosophy at the Pierre-Paul-Riquet Highschool in Saint-Orens de Gammeville. Redeker’s article was posted on the Figaro’s website the day it was published in the newspaper then removed from site the next day.

Source: Al Jazeera

lagrette @ 08:30
Catégorie(s): Généralités et Posts in English et Translations eXclusive to eXC


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35 réponses à “Le Figaro says it is sorry for publishing islamophobe article”

  • 35
    login:

    Salut !

  • 34
    MOSHTAKZ:

  • 33
    MJ:

    HEY PIERRE, YOU KNOW SOMETHING. THERE HAS NEVER BEEN A BIGGER COWARD, A BIGGER HYPOCRITE, OR A BIGGER PIECE OF SHIT. HOW YOU COME TO PUBLISH A NEWSPAPER BEATS ME. AND A LOT OF OTHERS TOO.

  • 32
    Solidariedade para com Robert Redeker « osama bin laden:

    [...] Robert Spencer é director do Jihad Watch Este artigo foi publicado no FrontPageMagazine e está traduzido em espanhol. Aconteceu novamente. Depois da ira muçulmana contra o Papa Bento XVI – que produziu distúrbios e o assassinato de três cristãos – um professor francês teve de se esconder depois de receber ameaças de morte. Qual foi a sua ofensa? Publicar uma coluna no jornal francês Le Fígaro em que caracteriza o profeta muçulmano Maomé como «um líder de guerra impiedoso, um saqueador, um assassino de judeus e um polígamo». Redeker dizia que uma das ameaças recebidas afirmava que «nunca te sentirás seguro na Terra. 1.300 milhões de muçulmanos estão dispostos a matar-te». Enquanto as ameaças de morte se sucediam, todos abandonavam Redeker. O próprio professor observava que o Ministério da Educação francês «nem sequer me contactou, não se dignou a contactar-me para saber se eu precisava de alguma coisa». O chefe de redacção do Le Fígaro, Pierre Rousselin, declarava na Al-Jazeera que tinha cometido um erro ao publicar o artigo de Redeker, e apressava-se a garantir ao mundo islâmico que o artigo não reflectia a opinião do jornal. Não está claro o que enfurece os que ameaçam Redeker. Acham que ele mentiu sobre Maomé? Se assim é, têm de meditar no facto de que muitos muçulmanos, em todo o mundo, parecem estar de acordo com o facto de Maomé ser «um líder de guerra impiedoso, um saqueador, um assassino de judeus e um polígamo». Como explico no meu livro «The Truth About Muhammad», os mujahedines de todo o mundo parecem ter o Profeta do Islão como a personificação dos actos que tentam praticar. Sobre isso, têm proporcionado abundantes provas, nos últimos anos: * LÍDER DE GUERRA IMPIEDOSO: em 5 de Setembro de 2003, o xeque Ibrahim Mudeiris invocava uma das batalhas de Maomé, uma expedição contra o império bizantino conhecida como a batalha de Tabouk, ao referir-se à guerra no Iraque num sermão difundido pela Autoridade Palestiniana: «Se voltamos 1400 anos atrás num túnel do tempo, descobriremos que a história se repete… Bizâncio representa a América no Ocidente… O Profeta [Maomé] pode conquistar Bizâncio, a maior potência hoje comparada à América – sem um único mártir como baixa, entre os muçulmanos. O Profeta, através do fomento da unidade muçulmana, derrotou a América da época… A América é o nosso inimigo número 1, e vê-la-emos como nosso inimigo número 1 enquanto aprendemos as lições da Batalha de Tabouk [Outubro de 630 dC]: “Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados.” [Corão 8:60]. Estamos preparados e disponíveis, mas a vitória depende de Alá…» Em 21 de Novembro de 2003, muçulmanos entraram de tropel na Mesquita Central da Estrada de Maiduguri, após o sermão de sexta-feira na cidade nigeriana de Kaduna, exigindo a implementação da charia e distribuindo panfletos com a mensagem: «A única solução é a jihad, o tipo de jihad posta em prática pelo Profeta Maomé e exemplificada por Shehu Usman Dan Fodio e o defundo Ayatollah Khomeini do Irão. Nós muçulmanos, devemos unir-mo-nos e usar este conceito de jihad que nos dará inequivocamente o poder de destruir a opressão e os opressores e estabelecer o Islão no seu lugar». Em Outubro de 2004, o xeque Aamer Bin Abdaláh Al-Aamer escrevia no diário da Al-Qaeda online Sawt al-Jihad: «Leva a cabo a jihad contra os teus inimigos com as [tuas próprias] mãos, sacrificai as vossas almas e os vossos bens para combater o inimigo, imitando [os actos do] vosso Profeta [Maomé] no mês do Ramadão [com a finalidade] de aniquilar os teus inimigos». Fawwaz bin Mohammed Al-Nashami, comandante do grupo jihadista que assassinou 22 pessoas no atentado de Johar, na Arábia Saudita, em 29 de Maio de 2004, dizia que actuou segundo os desejos de Maomé para a Arábia: «Somos mujahedines e combatemos os americanos. Não viemos para apontar nenhuma arma aos muçulmanos, mas para purgar a Península Arábica, segundo a vontade do Profeta Maomé, dos infiéis e politeístas que matam os nossos irmãos do Afeganistão e Iraque… Procurámos os infiéis. Descobrimos cristãos filipinos. Degolámo-los e dedicámos o acto aos nossos irmãos mujahedines das Filipinas. [Da mesma forma], descobrimos engenheiros hindus e também lhe cortámos o pescoço, que Alá seja louvado. Nesse dia purgámos a terra de muitos cristãos e politeístas.» Nos últimos dias das presidenciais americanas de 2004, um orador muçulmano evocava Maomé para denunciar a democracia: «O nosso Profeta nunca concorreu a nenhuma eleição… Não ganhou nenhum debate político. [Em vez disso] ganhou a guerra contra os infiéis.» Num artigo de Janeiro de 2005 no Arab News, o colunista Adil Salahi recordava aos seus leitores que Maomé nunca declarou guerra a um povo sem antes o convidar a converter-se ao Islão: «Durante a vida do Profeta (que a paz esteja com Ele), a comunidade muçulmana teve de travar muitas batalhas, porque existiam muitas fontes de perigo e muitos detractores empenhados em silenciar a crescente mensagem islâmica. O Profeta assegurou-se que em nenhuma destas batalhas os muçulmanos ultrapassariam os limites do que é legal no Islão… Não lançou nenhum ataque sem alertar o inimigo e pedir-lhe que aceitasse o Islão e vivesse em paz com o estado muçulmano.» O líder muçulmano londrino Hani Al-Sibaai justificava, em Fevereiro de 2005, os massacres perpetrados pelos majahedines de Al-Zarqawi no Iraque: «Baseia-se esta gente na lei islâmica, ou não? Eles afirmam que sim e cumprem-na, dizem que masscrar aparece num hadith do Profeta, que procede do xeque Ahmed Shaker. O Profeta dizia à tribo Quraysh: “trago-vos a morte”, fazendo o gesto. Mas estes temas religiosos podem discutir-se… O Profeta zangou-se e tirou os olhos ao povo da tribo ‘Urayna. Eram um grupo de ladrões que roubava os pastores e o Profeta arrancou-lhes as unhas e enviou-os para a zona de Al-Hrara onde os deixou morrer. Cegou-os e cortou-lhes os braços e pernas. Foi o que fez o Profeta em relação a assunto sem grande importância – nem sequer estava em guerra.» * SAQUEADOR: em 28 de Março de 2003, o xeque palestiniano Mohammed Abú Al-Hunud advertia noutro sermão, difundido pela televisão da Autoridade Palestiniana, que os que tentarem «arruinar o livro de Alá, [tentam] americanizar a religião, americanizar o Corão, americanizar a mensagem de Maomé…» Em caso de dúvida sobre o que queria dizer com isto, referia-se ao facto de a mensagem do Corão e de Maomé estar a ser manipulada e privada das suas componentes violentas. A propósito da presença dos americanos no Iraque diz: «Alá saquerá as suas propriedades para os muçulmanos, Alá aniquilá-lo-á, Alá fará os seus filhos órfãos e as suas mulheres viúvas.» Mais recentemente, em Novembro de 2003, a página Web do Departamento de Assuntos Islâmicos (IAD) da Embaixada de Arábia Saudita em Washington continha exortações para que os muçulmanos levassem a cabo uma jihad violenta em emulação a Maomé, e citava as palavras de Maomé a propósito do saque: «qualquer dos Meus escravos que lute a Meu favor, tem a garantia de ser compensado pelo seu sofrimento com recompensas e saques (durante a sua vida) e, se morrer, perdoá-lo-ei, serei clemente e permitirei que entre no Paraíso.» * ASSASSINATO DE JUDEUS: um jihadista explicava que o conflito israelo-palestiniano é mais que um simples conflito nacionalista pela terra: «estes povos não se apercebem que a nossa luta contra os judeus remonta a outra épocas, desde que o primeiro Estado islâmico foi estabelecido em Medina, com Maomé o Mensageiro, enviado a toda a humanidade como seu líder. Alá relata-nos no Corão a realidade de perversão e o ódio aos judeus da parte da Umma do Islão e o Tawhid, como diz: « Constatarás que os piores inimigos dos fiéis, entre os humanos, são os judeus e os idólatras.» (Sura Al-Maa’idah: 82) [Corão 5:82]. Em Julho de 2006, um jornalista do British Muslim Internet afirmava: «Estou farto destes asquerosos e sujos cães israelitas. Que Alá os amaldiçoe e os destrua todos, e que tenham o mesmo destino dos Banu Qurayzah». Esta foi a tribo judaica árabe massacrada por ordem de Maomé, e com a sua participação, depois de se dizer que o tinham traído. O primeiro biógrafo de Maomé, Ibn Ishaq, cita o número de 600 ou 700 mortos no tal, outros autores situam-no entre os 800 e 900 mortos. * POLÍGAMO: ninguém contesta que Maomé tinha várias mulheres. As páginas Web que fazem a apologia muçulmana não negam o facto e até o celebram: Islam Online afirma que as mulheres de Maomé «aconselhavam o marido quando este necessitava, iam com ele para a batalha para tratarem dos feridos e acompanhavam-no nas suas viagens. Preservavam a memórias dos detalhes íntimos da sua vida marital com a finalidade de educarem as gerações posteriores nas normas de purificação e relações entre esposos.» Isto não são ataques «islamófobos». São declarações de pessoas que se consideram piedosos muçulmanos, que não ousam insultar Maomé. Também vale a pena notar que os que falam nos sermões televisivos parecem assumir que a sua audiência muçulmana também sabe e aceita que Maomé se comportava do modo que eles dizem. Nunca houve protestos contra estas declarações ou outras similares por parte de outros muçulmanos, em nenhum lugar do mundo islâmico. Porque deve temer pela sua vida Robert Redeker, após as ameaças de morte, por dizer na prática o mesmo que muitos muçulmanos de todo o mundo? Diria que o seu principal crime foi dizer estas coisas não sendo muçulmano e com ar de reprovação. Os muçulmanos que difundiram ameaças de morte contra Redeker parecem tentar expandir o pilar islâmico tradicional que proíbe os não-muçulmanos, num Estado islâmico, de insultar Alá ou Maomé, ou qualquer debate crítico sobre Maomé com não-muçulmanos. Parece aceitável que os não-muçulmanos falem de Maomé, sempre que falem como se fossem fiéis ou com a sensibilidade que os fies mostras nas suas considerações. Inclusive, o presumível porta-voz muçulmano moderado Akbar Ahmed, da American University, recomenda algo parecido quando fala da fúria contra o Papa Bento XVI. Ahmed condiciona o seu apoio à liberdade de expressão com uma chamada à sensibilidade e as consequências de falar livremente: «Se bem que apoio a liberdade de expressão e a liberdade de discurso, e já o disse publicamente, todos devemos ser sensíveis à cultura e às tradições dos outros credos. Não estou a falar de debates puramente académicos ou idealistas, mas da possibilidade de pessoas perderem a vida, como resultado de algum alegado ataque contra a fé, cometido nalguma parte do mundo. Creio que as vidas perdidas e as propriedades destruídas – incluindo mesquitas e igrejas – depois da controvérsia em redor das caricaturas dinamarquesas, poderia ter sido evitada se as pessoas tivessem tido mais compaixão e senso comum no inicio da crise.» (As declarações de Ahmed sobre as «mesquitas e igrejas» são curiosas, pois os furiosos pelas declarações do Papa destruíram igrejas em Gaza, na Margem Ocidental e na Nigéria. Não destruíram nenhuma mesquita). Ahmed parece dizer, na prática que os não-muçulmanos deveriam tratar com cuidado os islâmicos, simplesmente por estes poderem provocar violência. Mas se alguém reaje com violência às palavras do outro, particularmente se são inofensivas, o problema está em quem reage, não em quem fala. As ameaças a Redeker, pouco tempo depois de uma fúria global contra o Papa, são mais um exemplo da tentativa jihadista para assustar e intimidar o Ocidente com um silêncio de censura. É fundamental, diria mesmo crucial, que nestes tempos arriscados, se pronunciem as pessoas livres. [...]

  • 31
    The forbidden op-eds « Non Imprimatur:

    [...] Here is a translation of Le Figaro’s cave-in.There is a blogger conference call being organized by One Jerusalem in support of the third critic of Islam I blogged about last night, Bangladesh publisher Salah Uddin Shoaib Choudhury. It’s October 3. Get in contact with One Jerusalem for more info. [...]

  • 30
    Ataulfo:

    The petition published by Le Monde (unfortunately not translated) and signed by many important public figures was as forceful as can be when it comes to refusing threats and defending freedom of speech.

  • 29
    Sittingbull:

    Please do not write off France so quickly. We’ll soon publish stuff in English that shows that people don’t agree to surrender.

  • 28
    toshiro:

    France, Sept 27, 2006, « We surrender. »

  • 27
    Mike:

    Lagrette,
    You are absolutely correct. It was thoughtless of me to condemn the whole of French society for the craveness of a single newspaper. And equally correct in that none of the MSM in America dared to print the Mo’ Toons, the weasels! They were roundly condemned by me and others for their gutlessness. I guess I was expressing frustration at seeing yet another promising voice squelched, another organ of « free speech » dhimmi’d down. Under the irony of the artistic community, which viciously had defended its right to express itself and visibly bristles at the slightest, real and imagined, call for restraint, good taste, etc., voluntarily backing down, surrendering, to clerics no less, the final say on editorial content, and in FRANCE, I saw all my worst nightmares being incarnated.

    This is not merely the camel’s nose under the tent. This is the beating on the door with rifle butts at night in the cold rain. Somebody has to rally the brave French to defend the liberty we all enjoy; to defend it now while it can be done with words.

  • 26
    lagrette:

    As far as French newspapers are concerned, Le Monde would usually be the one that would compare to the NYT, as organ of misinformation… They would never have published Redeker in the first place ( a few, on eXc, call it « l’Immonde », which translates as « rubbish » !), like Le Figaro did. Le Figaro has some great collumnists, but I think they just got scared of launching another cartoon war… remember in the US not many papers published the cartoons, for the exact same reasons…

  • 25
    Sittingbull:

    Mike no big deal no offense taken and all this

  • 24
    Mike:

    Lagrette,
    Thanks for checking that out for me. Please keep up the good work! We need to know how poor Mr. Redeker and his family are getting along. So far the story hasn’t gotten much play, aside from the NYT (which I consider an abomination on par with Le Figaro), in the MSM.

    Thank God for Extreme Center and Michelle Malkin and the others like Mr. Redeker, who have the guts to stand up and say « I will not submit! »

  • 23
    Mike:

    Sittingbull,
    You are correct. I apologize for confusing Extreme Center with LeFigaro. I later made a clarification of my possible ignorance when I posted this on my blog. Please forgive me! I will update my blog, also, by pointing out the difference in no uncertain terms and confess my ignorance!

    Extreme Center does a great service for us Anglos in providing us with these translations and for staying on top of this story. Thanks again!

  • 22
    Sittingbull:

    @mike:
    It seems you are confusing the list of our likes and dislikes (our politics) with the Figaro cave in. We have nothing to do with the Figaro. We approve when they support freedom, blame when they appease the islamofascists.
    Anyway I don’t understand the link you make between our mottos and the Figaro.

  • 21
    lagrette:

    I checked that article in the Figaro that you mentioned, Mike. It just gives the info that was available on Friday about Redeker’s fate. It has less infos actually than the NYT article that I posted here, so I am not even going to try and translate it. As I said as an intro for the NYT’s article : they seem to know more about the whole ordeal than all the Franch press combined. Which makes me think that the French press is actually auto-censoring either because they’re playing their usual dhimmis role, or because they have been asked to, for Redeker’s sake.

  • 20
    lagrette:

    I’ll look it up, Mike and if it’s not too long I’ll translate it…

    I also know that le Monde will have an editorial tomorrow on freedom of speech . From what I have read about it, it’s very timid, like le Figaro’s was. Same thing, I’ll try and find time to translate it.

  • 19
    Mike:

    The funny thing is the Le Figaro still has the « We therefore condemn with the utmost vigor the serious infringements to freedom of thought and freedom of expression tha this affair has caused » editorial posted while Robert Redeker’s original piece is nowhere to be found…except on Extreme Center.
    Instead they have a an article (I can’t tell whether it’s an editorial or a news item) referring to Redeker’s piece). Un enseignant menacé pour un texte sur le Coran. Would be cool to see a translation of this.

  • 18
    Mike:

    « Nous aimons la liberté (par dessus tout), l’état de droit, l’héritage des Lumières, la séparation de l’église et de l’état, la liberté d’entreprendre, la modernité, l’humour et la tarte tatin. Lire plus »

    My French is not up to translating accurately this phrase which appears at the top the Extreme Center web site. However, after reading this latest example of subjugation to Islam by fear and intimidation, the phrase, whether in French or in English, or in any other language, means absolutely nothing.

    Do the editors of Le Figaro not see the irony? I have to believe that they do. As literate and sentient human beings, how can they not? So they have consciously submitted, like the Vichy before them, to the forces of fear and intimidation, hoping to spare themselves by prostration. They have consciously traded their self-respect, pride, honor, freedom of thought and of speech, and the separation of religion and « l’etat » for…..what, exactly? Their lives? Their livelihood? And what of the lives of their children? And of their childrens’ children? I guess they will never know what it was like to publish or read a newspaper like Le Figaro. They will never walk through the Louvre and witness the beauty of the Enlightenment and the Rennaisance. They will be universally reviled first by their masters the islamists to whom their fathers and grandfathers willfully submitted and second by the remaining free nations whose sons and daughters are forced to fight harder and die in greater numbers to guard the freedoms that their forefathers fought and died to defend and that the French so easily and willfuly served up to their masters on a silver platter.

    I beg you, while you still can, stop the inevitable violence with ideas. Do not force my sons and grandsons into uniforms and ranks onto the bloody battlefields of France, again. Because, once liberated a third time, they will not ask your permission to stay. They will stay to defend the frontiers of peace and freedom, whether you like it or not. You have forfeited the right of your own sovreignty and by doing so imperiled the rest of the free world. We will not, I should hope and pray, allow you to do so again.

  • 17
    Maria:

    what cowards the French are. Throwing a good man to the horrible Islamic terrorist. May they all rot in hell where they belong.

  • 16
    Islam:

    good context, too. :roll: :roll: :roll:

  • 15
    Sittingbull:

    Thanks. good context, too.

  • 14
    Dan tdaxp:

    Great article. I put this in context on my own blog.

  • 13
    mig:

    The Second French Revolution; Who will be the mob that rules and who will be those beheaded?

  • 12
    james:

    The speed with which France is permitting its own demise at the hands of the enemies of freedom is alarming and tragic.Perhaps it is time to expel those who would destroy her from within, rather than allowing them to dictate her present and future.

  • 11
    dror:

    I always wanted to see Paris. Now I know I never will.

    Je ne sais pas si Paris supportera cette absence.

  • 10
    zarzuela:

    I always wanted to see Paris. Now I know I never will.

  • 9
    Steve:

    regrets concerning the publication of an islamophobe and heinous article

    « Islamophobe » implies fear of Islam. What’s the word for disdain?

  • 8
    More Islamofascist Intimidation « Careful Thought II:

    [...] Jawa Report links a piece on the increasing intimidation of opponents of Islamic fascism, in this case an op-ed piece by Robert Redeker in Le Figaro. Figaro immediately issued an apology and asked for terms of surrender. [...]

  • 7
    THE FORBIDDEN OP-EDS « Texas Hold ‘Em Blogger:

    [...] Typical of the French, Le Figaro has already surrendered to the jihadists, apologizing for Redeker’s piece, saying it should never have been published and pulled the article off its website. [...]

  • 6
    Islam:

    No wonder the only war France has ever won was the “French Revolution” when the French were lucky enough to have themselves as the enemy.

    c’est qu’ils ont vraiment de l’humour mais quoi personne ne peut leur répondre ! l’anglais, n’est pas mon fort !!!!

  • 5
    Thomas:

    The french deserve whatever they get for refusing to stand up to this dispicable behaivior….and to Mr. Redeker you are welcome in the United States…. where freedom of speach still lives….

  • 4
    chris:

    No wonder the only war France has ever won was the « French Revolution » when the French were lucky enough to have themselves as the enemy.

  • 3
    Sammy:

    Another occupation of France is underway.

  • 2
    Dror:

    Absolument insuffisant : Pierre Rousselin doit s´agenouiller, se tourner vers la Mecque et se convertir à l´Islam.

    On lui donne 12 heures.

  • 1
    Richard:

    It is deeply saddening to see such a beautiful country with a rich history and heritage – destroyed from within.

    Goodbye France.